Adaf apreende 5 toneladas de frango transportadas sem refrigeração

Por se encontrar impróprio para consumo e gerar risco à saúde, material foi descartado

Humaitá (AM) – Mais de 5 toneladas de frango foram apreendidas, na noite de segunda-feira (10/01), em Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus), por fiscais da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf).

O material estava sendo transportado sem nota fiscal e refrigeração, com grave risco à saúde.

De acordo com a coordenadora da Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav) de Humaitá, Nislene Molina, a carga havia saído de Rondônia e tinha como destino o município amazonense de Canutama, a 638 quilômetros de Manaus.

Os fiscais da Barreira de Vigilância Agropecuária abordaram o caminhão-baú e constataram que o veículo transportava 5.080 quilos de frango sem refrigeração e sem nota fiscal. O material foi apreendido para posterior destruição, visto que o produto estava impróprio para consumo.”

Nislene Molina, coordenadora da Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav) de Humaitá

A carga foi levada à lixeira municipal, e o descarte teve apoio do maquinário da Prefeitura de Humaitá. O transportador foi autuado, sendo aplicada uma multa de R$ 300.

Os fiscais da Barreira de Vigilância Agropecuária abordaram o caminhão-baú e constataram que o veículo transportava 5.080 quilos de frango sem refrigeração e sem nota fiscal. O material foi apreendido para posterior destruição, visto que o produto estava impróprio para consumo.

Nislene Molina, coordenadora da Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav) de Humaitá

Por isso, é importante também que a população, ao saber de irregularidades na produção, transporte e armazenamento de produtos de origem animal, denuncie o fato pelo AdafOuv, no (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).

A Adaf atua nas barreiras fixas e volantes para proibir o trânsito de produtos e subprodutos irregulares, com a finalidade de preservar e proteger o patrimônio agropecuário e o meio ambiente, além da saúde pública.

Fonte: Em tempo